
Não podia deixar de partilhar...é assim que se encontram os acessos à Praia do Aterro em Matosinhos… Bandeira Azul…alguém me consegue explicar a acessibilidade para todos, quando todos tem dificuldade em aceder á praia?...
O Porto antigo tem elementos arquitectonicos e apontamentos decorativos espantosos... espalhados pela cidade em locais que não poderiamos imaginar...nos ultimos tempos, tenho vivido mais a baixa e um outro olhar, que tem vindo a ser criado e educado, tem observado pormenores que antigamente me escapavam...A iluminação de um espaço é na minha opinião muito importante. Condicionará a sua utilização nos dias mais cinzentos de inverno e nas noites quentes de verão...
A intensidade da luz, a cor e sobre o que incide ou ilumina, podem potenciar o projecto ... é um complemento que não deve ser dispensado.




Once, it’s April, the international month of landscape architecture, we cannot pass without remember one of the most famous in this art.
This week, was celebrated Frederick Law Olmsted, the father of American Landscape architecture.
In his extensive listo f projects, are included the Central Park, Prospect Park, both in New York city, Esmeral Necklace in Boston and Landscape surronding the United State Capitol building in Washington.
He was very important in the development and concept of Public space, created one of the most famous public park in the world.
“The design of central park embodies Olmsted’s social conciousness and commitment to egalitarian ideals. Influenced by Downing and his own observations regardins social class in England, China and American South, Olmsted believed that the common green spaces must always be equally acessible to all citiziens.” (wikipedia.org)

Earth day was founded by U.S. Senator Gaylord Nelson as an environmental teach in held on April 22, 1970. It aims to inspire awareness and appreciation for the Earth’s environment.
I think this day is especially important, this year, 2010, year of biodiversity. If we’ll can save, and reduce the number of danger species…is evidence, we can do it, and we are the cause of the real state of degradation all over the planet. Awareness this is the first step. Do something is the second, and gather result the third one.
I think that’s a gigantic step to greenish the earth. To render on earth, a better place to live!
Let’s celebrate Earth day, and everything beautiful it gives!
”40 years ago this week, I coordinated the first Earth Day celebration in New York City. The city had never seen anything like it. We were laying the groundwork for a new way of looking at the world—expanding the public’s thinking beyond the limited vision that characterized fields like industry, economics, science and politics to embrace a much larger view of the whole planet.
Earth Day transformed New York—literally. To draw attention to protecting the environment in cities, we turned Fifth Avenue into a “place” by eliminating traffic from 59th Street to Union Square. People poured out of offices and apartments to walk down the middle of the most important street in New York on a beautiful spring day.”
By fred Kent
“Today, 40 years after the first Earth Day, the desire for transformative change is once again intensifying. More than in the 1970s, people know where they want to end up and what it takes to get there. Change won’t happen with massive demonstrations or an outpouring of angst; what’s needed now is a broad, collective, deep-seated commitment to improve life for people everywhere.
A key element of this reenergized push for social change is a new movement dedicated to making great places in our communities.
Although still under the radar, the ideas of Placemaking are emerging as a key component of the Sustainability Movement (asthe cutting edge of the environmental movement is know today). Both the Sustainability and Placemaking movements urge us to live more lightly on the Earth.
Along with protecting air, water and land, people want places in their neighborhoods where they feel comfortable and connected to others.
Placemaking is a core value of sustainability. Maintaining livable urban environments is essential to protecting natural resources and the landscape from further destruction. While the Placemaking movement is new, the idea is as old as homo sapiens.People everywhere want to get back to a way of life that better connects them to their natural surroundings and to each other.”
(fonte: wikipedia e pps.org)
"Every April Canadian landscape architects join their colleagues around the world to celebrate our profession. April is the perfect month to share our profession and reach out to our communities, notable for Earth Day (April 22nd) and the birthday of Frederick Law Olmsted (April 27th), founder of the landscape architecture profession in North America.
The International Federation of Landscape Architects (IFLA) inaugurated the event in 2006. Since then, IFLA and its member associations around the world join annually in celebrating this month. Canadian landscape architects have been celebrating World Landscape Architecture Month since 2008, bringing local and national recognition to landscape architecture during the month of April." (in www.csla.ca)
Foram recolhidas 70 mil toneladas de lixo
Cerca de 100 mil voluntários recolheram no sábado, em nome da iniciativa «Limpar Portugal», mais de 70 mil toneladas de lixo por todo o País, disse um dos mentores do projecto.
«O tempo dificultou um bocado, mas, apesar disso, conseguimos reunir os 100 mil voluntários que queríamos. As opiniões técnicas é que conseguimos recolher 70 mil toneladas de lixo», relatou Paulo Torres, um dos três coordenadores nacionais e mentores do projecto. Dentro de dias, sublinhou, os aterros sanitários e as entidades de reciclagem poderão confirmar os números com mais precisão.
O mesmo responsável acrescentou que o lixo foi «apanhado pelo País fora, sem zonas melhores ou piores» ou nas quais a recolha tenha sido mais intensa. Ainda assim, adiantou que «apenas no concelho de Braga recolheram-se 400 toneladas» de lixo, «essencialmente em terrenos de floresta» e «estradas no meio de bouças». «Estamos bastante satisfeitos com o resultado e achamos que conseguimos passar a mensagem», reforçou, acrescentando que apenas se registou um problema com um dos elementos que recolhia lixo no âmbito da iniciativa.
A ideia de recolher resíduos espalhados nas matas surgiu em Julho passado, quando o técnico de logística Nuno Mendes, de 38 anos, e residente
Com uma rápida divulgação na Internet, o projecto acabou por ganhar a atenção da comunicação social, das autarquias, de empresas públicas e privadas, do Ministério do Ambiente (que concedeu apoio logístico e jurídico) e da Presidência da República, que lhe atribuiu o alto patrocínio. Os mentores acreditam que o facto de este ser um movimento cívico, que não aceita dinheiro, foi crucial para o envolvimento «espectacular» da sociedade, que resultou na identificação de cerca de 13 mil pontos com lixo em todo o País, entre florestas e terrenos urbanos.
«Esperamos não ter de repetir, que as pessoas tenham compreendido a mensagem e que procurem desfazer-se do lixo de maneira conveniente», sublinhou Paulo Torres este domingo.
fonte: diariodigital.sapo.pt
Em continuidade ao post anterior, decidi resumir minimamente, um tema que tem muito que dizer, ou aprofundar.
Os processos de reciclagem de matéria como aterros (p.ex.), e os processos de extracção de energias como barragens e centrais eólicas (p.ex), geram impactos ambientais em zonas naturalizadas tornando impossível no futuro recuperar ao que eram estas paisagens.
E quando chegar a “moda” de viver no interior do país, ter espaços agrícolas e retomar ao que fomos em tempos?...só aí se vai pensar nas consequências das medidas tomadas, quando não houver nada a fazer?
Como primeiro exemplo, apenas como anotação - aterro sanitário de Lazarim, em Lamego – a destruição de uma paisagem natural para implementar um aterro – a alta altitude que não beneficia a decomposição, com proximidade de nascentes e linhas de água, entre muitos outros contras. A população revoltou-se, protestou, mas nada consegui.
O segundo exemplo é sobre a barragem de Fridão, um exemplo que conheço com mais pormenor, mas acredito que semelhantes existirão. Mais uma vez, o estudo de impacto ambiental foi passado ao de leve, e menosprezados todos os principais contras que esta infra-estrutura trará na envolvente próxima.
“a barragem programada para Fridão, virá a repercutir-se-á de forma irreversível e devastadora na cidade de Amarante, a nível das condições de vida, da qualidade da água para consumo, do regime e amplitude das cheias e sua incidência na segurança dos residentes, da completa destruição do revestimento vegetal das margens e ínsua dos frades, das praias fluviais, dos percursos pedonais beira-rio, da descaracterização radical da paisagem, com a irreversível rotura do diálogo harmónico da moldura ambiental com o conjunto monumental e histórico da ponte e Igreja de S. Gonçalo - uma trilogia âncora de uma economia exclusivamente virada para o turismo - como se tudo isso fosse tara sem valor e de somenos importância." (in http://www.petitiononline.com/PASB2008/petition.html)
Será que todas estas medidas “futuristas” valerão a destruição da nossa paisagem natural e cultural? E a opinião de quem conhece, mora e vive nestes locais, apenas conta para votos?...
SABIA QUE...O governo, aprovou a construção de 5 barragens hidroeléctricas na bacia do Tâmega, a montante da cidade de Amarante. A barragem de Fridão, ficará a cerca de 6 quilómetros. O documento que sustenta esta decisão não faz qualquer referência aos impactes da construção da barragem e em particular relativamente ao património ambiental histórico e paisagístico da cidade de Amarante (in http://poramarantesembarragens.blogspot.com)
Para os mais interessados, poderão consultar o site da petição contra as barragens no Tâmega: http://www.petitiononline.com/PABA/petition.html
O consultar o relatório síntese do impacto ambiental, assim como mais informações no site: http://poramarantesembarragens.blogspot.com
fonte imagem: http://cidadaniaparaodesenvolvimentonotamega.blogspot.com/

Custos para reduzir emissões são agora muito mais baixos. A Europa tem de acordar e chegar a acordo.