10 novembro, 2009

2010 – Internacional year of biodiversity


Seven steps to save biodiversity

The year 2010 is just around the corner. There’s an emerging consensus about what needs to be done to save biodiversity in the next few months:
· Species and ecosystems need space to develop and recover. At least 10% of all ecosystem types should be under protection to maintain nature and natural landscapes.
· Without biodiversity there will be no agriculture. Farming practices should not jeopardize species survival: improving farmland diversity and reducing the usage of pesticides and fertiliser are key efforts to saving biodiversity. Organic agriculture practices can serve as an example in many areas.
· 75% of all fisheries are fully exploited or over-fished. Species like cod, haddock and halibut are already threatened. If we do not move towards sustainable use, there will be no fish left for our grandchildren.
· Roads, factories and housing destroy habitats for animals and plants. If urban and rural development continues to ignore nature, our surroundings will be dominated by concrete and pollution.

· Climate change is considered to be the greatest challenge for humanity. With changing conditions, ecosystems and habitats will change as well. It is an obligation to fight climate change and make sure that species can migrate or adapt to new surroundings.
· If you release a species outside its usual habitat, it might simply die. In other cases, the so-called alien invasive species have thrived and destroyed local flora and fauna. As you never know how things turn out, reducing these invasions is crucial.
· Biodiversity is the foundation for sustainable development. Its ecosystem services provide the basis for all economic activity. Biodiversity concerns need thus be integrated into all areas of policy-making. Measures include market incentives, development assistance, biodiversity-friendly trade and international governance processes.

What YOU can do…

Ten things we all can do that make a difference!
1. Take public transportation, bike, walk, or carpool to work at least one day a week. Avoid air travel where possible.
2. Buy food, preferably organic food—vegetables, fruits, dairy, eggs, and meat—from a farmer’s market at least one day a week.

3. Eat sustainably harvested seafood and farmed fish that is herbivorous, like catfish, tilapia, and shellfish. Avoid farmed carnivorous fish like salmon and shrimp.
4. Install at least one compact fluorescent light bulb in your home—it will save roughly 30 EUR in electricity and replacement bulb costs each year, and reduce carbon emissions by a ton every three years.

5. Turn off lights in empty rooms.

6. Lower the thermostat by at least 1 degree ° C in winter.

7. Stop using herbicides and pesticides on your lawn.
8. Only drink wines with natural cork stoppers.
9. Tell everyone what you are doing to conserve biodiversity and ask them to join you. Support representatives who act for biodiversity.
10. Above all, do not waste—reduce your consumption, buy only what you really need, and re-use and re-cycle whatever and whenever you can.


in: www.countdown2010.net

09 novembro, 2009

simbolos perdidos

No passado dia 24 e 25 de Outubro, decorreu na Quinta da Regaleira o Colóquio Internacional de “Moradas Filosofais”.

Por “morada filosofal” entenda-se “um objecto, uma obra de arte ou um lugar que contenha em si determinados elementos iconográficos (construções, objectos, símbolos, etc.) que remetam para um sentido de transcendência do ponto de vista hermético, religioso ou político que têm origem na geometria sagrada e remontam ao antigo Egipto – ou mais recentemente, às sagas de Harry Potter ou de Robert Langdon, o herói de Dan Brown.”

Há edifício ou propriedades que quando se entra, se sente uma atmosfera estranha. Locais estranhos, carregados de história, envoltos num ambiente de ornamentação de portas, janelas, salas, quartos, tectos, etc.

Basta acreditar para lançar a busca ao símbolo perdido.

Numa morada filosofal toda a decoração provém de uma intenção, que esconde o significado.

Destaca-se aqui a Quinta de Serralves e a Quinta da Regaleira. “ Os jardins do museu de Serralves tem muito que se diga. Estamos a falar de um projecto de um paisagista francês conhecedor da Leis de Hermes”. Na maior parte dos casos não se sabe quem foi o autor do projecto, ou foram projecto que sofreram evoluções por diversos autores em épocas diferentes.

A Quinta da Regaleira, envolve-se num ambiente misterioso obtido pelo tipo de jardins e vegetação que apresenta. Construída entre 1904 e 1910, ficou associada a António Carvalho Monteiro que ali fundou o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna avultada que lhe concedeu a alcunha de “Monteiro dos Milhões”. Contratou Luigi Manini, arquitecto e cenógrafo italiano, que trouxe consigo os escultores, canteiros e entalhadores que haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.

Destaca-se aqui como forma de exemplo, o jazigo, de construção esotérica, de António Carvalho Monteiro no cemitério dos prazeres, pelo mesmo arquitecto que lhe construiu a quinta.”Desde o formato do talhão (planta hexagonal) aos elementos de estatuária, tudo denota uma “tradução plástica de um ideário”. Tanto pode ser o anjo da morte sobrepujado por um baldaquino, que simboliza a extracção do corpo e alma do moribundo, como a borboleta cinzelada que remeta para a libertação do casulo do tempo. A porta estreita e alta que conduz ao Céu, o “quarto de dormir” com aldraba, a chave – a mesma que abria as porta das Regaleira – a cripta das traseiras onde figuram as duas tíbias cruzadas encimadas por uma caveira, as duas corujas protectoras ou as papoilas dormideiras, ícone botânico da ressurreição. “

Esta abordagem de analise os espaços, nomeadamente a nível de jardins, pode suscitar uma perspectiva muito interessante, realçando pequenos elementos e características que de outra forma, provavelmente nem daríamos atenção


fonte texto: Revista Notícias Sábado, 7 Novembro 2009

03 novembro, 2009

countdown 2010 - SAVE BIODIVERSITY

Faltam exactamente 422 dias para o fim desta contagem...
será que se consegui mesmo minimizar a perda de biodiversidade?...

O desenvolvimento das sociedades no últimos tempo, enriqueceu e favoreceu a vida da humana, mas está associado ao declínio da biodiversidade – perda a nível de ecossistemas – “serviços” estes que dedicam à produção de elementos que equilibram o nosso ambiente, como a produção de alimentos, regularização de recursos hídricos, ar, clima, fertilidade dos solos, ciclo de nutrientes, etc…

“A recente avaliação do Ecossistema do Milénio lançada pelo Secretário – Geral das Nações unidas salientam que a maioria desses serviços se encontra em declínio. (…) o problema fundamental é o facto de estarmos a gastar o capital natural da terra e pôr em risco a capacidade dos ecossistemas para sustentar gerações futuras.”

Na tentativa de contrariar este futura próximo os chefes de Estado e do Governo da EU, acordaram em 2001, suster o declínio da biodiversidade até 2010, recuperando habitats e sistemas naturais. “Em 2002 juntaram-se cerca de 130 líderes, tendo-se comprometido a reduzir significativamente o declínio da biodiversidade [a nível global] até 2010”

“há duas ameaças específicas à biodiversidade da EU que são destacadas. Em primeiro lugar a utilização e desenvolvimento irreflectidos dos solos. Os Estados Membros são especialmente responsáveis pela reconciliação, através de um melhor planeamento das necessidades de utilização e desenvolvimento dos solos com a conservação da biodiversidade e a manutenção dos serviços ecossistémicos. Em segundo lugar, o impacto crescente das alterações climáticas na biodiversidade, o que reforça a necessidade imperativa de uma acção eficaz em matéria de emissão de gases com efeito de estufa para além dos objectos do Protocolo de Quioto.”

“De acordo com a Avaliação do Ecossistema do Milénio, cerca de dois terços dos serviços ecossitémicos encontram-se em declínio em todo o Mundo, comprometidos pela sobreutilização e perda de biodiversidade das espécies que asseguram a sua estabilidade. “

“A Avaliação do Ecossistema do Milénio demonstrou que os ecossistemas da Europa sofreram uma fragmentação induzida pelo homem maior do que a dos ecossistemas de qualquer outro continente. A título de exemplo, apenas 1-3% das florestas da Europa Ocidental podem ser consideradas como “sem intervenção humana”; desde a década de 50, a Europa perdeu mais de metade das suas zonas húmidas e a maior parte das suas terras agrícolas de elevado valor natural; muitos dos ecossistemas marinhos da UE encontram-se degradados. A nível de espécies, 42% dos mamíferos nativos da Europa, 43% das aves, 45% das borboletas, 30% dos anfíbios, 45% dos répteis e 52% dos peixes de água doce encontram-se ameaçados de extinção; a maioria das principais unidades populacionais de peixes marinhos encontra-se a níveis inferiores aos limites biológicos seguros; …”

“A nível mundial, a perda de biodiversidade é ainda mais alarmante. Desde os finais da década de 70, foi destruída uma área de floresta tropical húmida maior que a área da UE, em grande parte para a exploração de madeira, culturas como a soja e o óleo de palma e a criação de gado bovino, e todos os 3-4 anos é destruída uma área equivalente à dimensão da França.”

Mais informações em www.countdown2010.net

29 outubro, 2009

arq. paisagista e o jardim de minha casa

Porquê ser um arq. paisagista a projectar o meu jardim?

Quando se pensa em construir e ou reabilitar um jardim, normalmente pensa-se em ir ao horto, escolher umas plantas bonitas e ao nosso gosto, e plantar no local que mais gostamos e ver...até se torna um hobbie saudável de fim-de-semana...no entanto, há pequenas questões, que futuramente se tornarão em grande, e trarão gastos elevados para manter o jardim, bonito e ao gosto desejado.

Ao contactar e consultar um arquitecto paisagista, este vai ajuda-lo a desenhar e estruturar o jardim de acordo com o que idealiza.

O arquitecto paisagista elaborará um plano de acordo com os seus interesses e pretensões para o espaço envolvente da casa, e quando mais cedo for envolvido no processo de construção mais adequado e enquadrado se tornará o projecto global.

Ao planear o seu jardim, poupará dinheiro. Evitará que o dinheiro gasto em plantas desadequadas climaticamente ao seu jardim, morram, cresçam demais ou exijam demasiados gastos de manutenção.

O arq.Paisagista fará uma selecção de plantas de acordo com os factores climáticos, estudará a melhor relacção destas no espaço e preverá os gastos futuros de manutenção e evolução do jardim.

O planeamento estruturado do jardim, permitirá fasear a obra de forma e adequa-la às suas condições económicas.

O gasto inicial que poderá ter o planear e projectar o seu jardim, com técnicos especializados tornar-se-à rentável e mais economico num prazo de 5 a 10 anos.

28 outubro, 2009

ESTAMOS DE VOLTA!!

"reabrimos" oficialmente! :)
Espera-se a nova colecção de novidades, projectos, e tudo que se relacione com os diversos temas que abordamos aqui.
Aceitamos também sugestões e claro...novos desafios!

Até breve, esperamos a sua visita!

30 agosto, 2009

remodelações


encontramo-nos encerrados por motivo de remodelações do blog...
promete-mos ser breves! :) (e vai valer a pena! fiquem atentos)

30 julho, 2009

Acupuntura Vegetal



Em meio a uma situação de alerta à recuperação do meio ambiente com surgimento de novas técnicas construtivas inovadoras, desenvolvimento de produtos alternativos e reutilização de materiais contra o desperdício, torna-se necessário ficar atento à informações benéficas para todo o planeta para que possamos cuidar de nosso patrimônio verde de maneira mais responsável.

Além de analisar o local com bom gosto e estilo usando nosso senso estético aliado à arquitetura local, escolher espécies condizentes com todas as determinantes exigidas para cada situação, respeitar o cliente em sua decisão, obedecer às normas técnicas para casos específicos, devemos lembrar que o processo posterior a essas etapas do jardim ao qual chamamos de manutenção é tão ou mais importante que todo o restante do trabalho.

Aí então entra a responsabilidade de manter aquele jardim para que ele floresça, cresça e dê frutos abundantemente. Afinal, quando plantamos uma linda jabuticabeira no jardim, o momento mais esperado pelo cliente é aquele onde a árvore estará carregada de frutos dando mais graciosidade pelas formes e cores que o fruto deve dar.

Da mesma maneira, quando plantamos dama da noite ou margaridas, esperamos todos ansiosos pelo momento em que as flores surgirão em abundância presenteando o ambiente com aromas inconfundíveis.
Mas, às vezes, e após tentativas frustradas com diversos tratamentos comuns oferecidos pelo mercado, as flores e frutos não aparecem e aquela árvore ou arbusto não atingem aquela altura imponente tão esperada.

Mais uma alternativa surge como conhecimento obrigatório para o exercício do profissional paisagista responsável pelo reequilíbrio do ecossistema, a Acupuntura Vegetal.

A explicação é simples e antiga, seguindo o princípio da medicina tradicional chinesa que explica que todo ser vivo é dotado de energias bipolares e interagentes (Yang – Yin) e que para não haver o desenvolvimento de patologias essas energias devem estar sempre equilibradas.

Desta forma a Acupuntura Vegetal vem substituir a utilização de agentes químicos poluentes do meio ambiente, do solo, prejudiciais às próprias plantas e até a saúde humana.

Através da aplicação de agulhas em pontos específicos das plantas podemos equilibrar essas energias, fazendo com que naturalmente recuperem a capacidade natural de desenvolvimento das espécies.

Os resultados são surpreendentes!